A Prysma® comprimido revestido 1 mg é destinada ao tratamento da insônia em adultos. Indica-se para sintomas como dificuldade para adormecer e despertar frequente durante a noite.
Para que serve a Prysma
Prysma® é indicado para tratar insônia em adultos, quando há dificuldade para adormecer ou despertares frequentes durante a noite.
Ajuda a reduzir o tempo para pegar no sono, diminuir os despertares noturnos e melhorar a duração e a qualidade do sono.
Como usar a Prysma
Tome Prysma® exatamente como seu médico orientar, imediatamente antes de se deitar e apenas se houver disponibilidade para dormir de 7 a 8 horas. Não parta, mastigue ou tome mais do que foi prescrito.
A dose inicial recomendada é 1 mg. Se necessário, a dose pode ser aumentada para 2 mg ou 3 mg; a dose total não deve exceder 3 mg, uma vez ao dia, antes de dormir. A dose de manutenção na maioria das pessoas é de 2–3 mg.
Evite álcool e outros medicamentos que causem sonolência. Refeições muito gordurosas ou pesadas ao redor do horário de tomar o comprimido podem reduzir a absorção e o efeito.
Não use Prysma® em menores de 18 anos nem durante a gravidez. Pacientes idosos ou debilitados e aqueles em uso de inibidores potentes do CYP3A4 devem, conforme recomendado, limitar a dose total a 2 mg.
Se a insônia não melhorar em 7–10 dias, informe seu médico. Não interrompa o tratamento sem orientação médica e, em caso de suspeita de superdose, procure atendimento de emergência.
Como a Prysma funciona
Prysma® age no cérebro ativando receptores GABA, que ajudam a induzir o sono. Isso reduz o tempo para adormecer, diminui despertares noturnos e aumenta a duração do sono.
Por causa do início de ação, você deve deitar-se logo após tomar o comprimido para obter o efeito desejado.
Contraindicações e advertências da Prysma
Você não deve usar Prysma® se tiver alergia conhecida à eszopiclona ou a qualquer componente do comprimido, doenças hepáticas graves, história de abuso de álcool ou drogas, ou se estiver grávida ou amamentando.
Evite álcool e não tome junto com outros medicamentos que causam sonolência (benzodiazepínicos, opioides, certos antidepressivos, antiepilépticos, anestésicos e anti-histamínicos sedativos).
- Risco de reações alérgicas graves, incluindo angioedema ou anafilaxia — pare o medicamento e procure socorro se ocorrer inchaço da língua, garganta ou dificuldade para respirar.
- Pode prejudicar a habilidade para dirigir ou operar máquinas; não conduza veículos durante o tratamento.
- Podem ocorrer amnésia anterógrada e realização de atividades complexas sem lembrança posterior (sonambulismo, dirigir, preparar alimentos, relações sexuais); o risco aumenta com álcool e outros depressores do SNC.
- Pacientes com depressão podem ter agravamento de pensamentos suicidas; observe qualquer mudança de comportamento e procure avaliação imediata.
- Uso repetido pode levar à dependência física e psíquica; redução da dose deve ser gradual para evitar síndrome de retirada.
- Tolerância ao efeito pode ocorrer com uso repetido; eficácia pode diminuir ao longo do tempo.
- Se surgirem comportamentos complexos como dirigir dormindo, a descontinuação deve ser considerada.
Qualquer novo sinal comportamental ou sintoma preocupante deve ser avaliado rapidamente por um profissional de saúde.
Efeitos colaterais da Prysma (reações adversas)
As reações adversas observadas em estudos e na prática clínica variam em frequência. Informe seu médico se tiver efeitos que o incomodem ou persistam.
Muito comuns (>10%):
- Dor de cabeça; alteração do paladar (distorção ou gosto desagradável); tontura.
Comuns (>1% e <10%):
- Zumbido, tosse, boca seca, perda de apetite, defeito de memória, diarreia, náusea, vômito, fadiga, irritabilidade, pesadelos, sintomas gripais, dor em várias regiões (incluindo abdominal, cervical e costas) e edema periférico.
Incomuns (>0,1% e <1%):
- Falta de motivação, falta de ar, inchaço das extremidades, confusão, instabilidade emocional, obstrução das vias respiratórias superiores e sede.
Raras (<0,1%) e relatos pós-comercialização incluem eventos hepáticos, reações cutâneas graves, problemas neurológicos e distúrbios renais; também foi relatada disfunção olfativa (disosmia) espontânea.
Se ocorrerem sinais de reação alérgica grave, alterações comportamentais significativas, pensamento suicida, ou sintomas sugestivos de dano hepático, procure atendimento médico imediatamente.
Interações medicamentosas da Prysma
Informe sempre seu médico sobre todos os medicamentos, fitoterápicos e suplementos que toma, pois Prysma® pode interagir com diversas substâncias e aumentar ou reduzir efeitos.
Depressores do SNC (aumento da sedação):
- Neurolépticos, benzodiazepínicos, opioides, antidepressivos, analgésicos narcóticos, antiepilépticos, anestésicos e anti-histamínicos sedativos; reduzir doses concomitantes pode ser necessário. Evite uso conjunto à noite ou no meio da noite.
Inibidores potentes do CYP3A4 (aumentam exposição):
- Cetoconazol, itraconazol, claritromicina, ritonavir, nelfinavir, imatinibe, diclofenaco, isoniazida, nefazodona, nicardipina, propofol, quinidina, telitromicina, verapamil, troleandomicina; quando usados, considere reduzir a dose de eszopiclona.
Indutores do CYP3A4 (reduzem exposição):
- Rifampicina, carbamazepina, fenobarbital, fenitoína; podem diminuir a quantidade de eszopiclona disponível e alterar efeito.
Fitoterápicos e suplementos:
- Erva-de-São-João (pode reduzir efeito via indução enzimática), kava kava, centella asiatica e valeriana (podem aumentar sedação). Considere ajustar doses quando usados juntos.
Outras observações: digoxina e varfarina não mostraram interação farmacocinética; use cautela em pacientes com função respiratória comprometida. Não tome Prysma® com medicamentos que deprimem o SNC sem orientação médica.
Prysma na gravidez e amamentação
O uso de Prysma® não é recomendado durante a gravidez. Mulheres em idade fértil devem contatar o médico se houver intenção ou suspeita de gravidez.
Prysma® é contraindicado durante a amamentação e a doação de leite humano; como o medicamento é excretado no leite, não amamente enquanto estiver usando e converse com seu médico sobre alternativas.
Superdose e dose esquecida da Prysma
Em caso de ingestão de grande quantidade, procure atendimento médico imediatamente. Os sintomas de superdose incluem depressão do SNC (sonolência, confusão, falta de coordenação, fraqueza), depressão respiratória grave e coma. O tratamento é de suporte em ambiente clínico e o flumazenil pode ser um antídoto útil.
Se esquecer uma dose, converse com seu médico sobre o horário a seguir; não tome duas doses para compensar. Nunca duplique a dose e use o comprimido somente imediatamente antes de se deitar, respeitando o máximo de 3 mg por noite.
Composição da Prysma
Cada comprimido revestido contém eszopiclona na dose indicada na embalagem e excipientes listados a seguir.
- Composição por dose: 1 mg, 2 mg ou 3 mg de eszopiclona conforme a apresentação.
- Excipientes: fosfato de cálcio dibásico, lactose, croscarmelose sódica, celulose microcristalina, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.
- Atenção: contém lactose abaixo de 0,25 g por comprimido e dióxido de titânio como corante.
Pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose não devem usar este medicamento.
Como guardar a Prysma
Conserve em temperatura ambiente entre 15ºC e 30ºC, protegido da umidade, na embalagem original. Não use após a data de validade impressa na embalagem.
Antes de usar, verifique o aspecto do comprimido; se houver alteração, consulte o farmacêutico. Mantenha fora do alcance de crianças.
Dizeres legais
Registro: 1.0043.1248
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA
Registrado e produzido por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3.565
Itapevi – SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasil
Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 02/12/2025.
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Venda sob prescrição médica.
Sobre as informações desta página
As informações apresentadas nesta página são baseadas na bula oficial do medicamento, conforme atualização de 02/12/2025, e têm caráter exclusivamente informativo. Elas não substituem a bula que acompanha o produto nem a orientação de um médico ou farmacêutico.
Nunca se automedique. Consulte sempre um profissional de saúde para avaliação, diagnóstico e tratamento. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, fale com o farmacêutico responsável da Farmácias Nissei.
Medicamentos tarjados são vendidos somente mediante apresentação de receita médica, com retenção da receita quando exigido pela legislação.
As bulas podem ser atualizadas pela Anvisa a qualquer momento. Havendo divergência entre o conteúdo desta página e a bula que acompanha o produto, prevalece a bula em sua versão mais recente.