O Livepax comprimido revestido 750 mg é indicado para tratamento de infecções bacterianas por agentes sensíveis ao levofloxacino, como sinusite, pneumonia adquirida na comunidade, infecções de pele e tecido subcutâneo, infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite aguda) e osteomielite. Como outras fluoroquinolonas, levofloxacino tem sido associado a reações adversas graves e deve ser usado para essas infecções somente quando não houver opções de tratamento alternativas.
Para que serve o Livepax
Livepax é um antibiótico usado para tratar várias infecções causadas por bactérias sensíveis ao levofloxacino, incluindo infecções respiratórias, de pele, do trato urinário e osteomielite.
- Infecções do trato respiratório superior e inferior: sinusite aguda bacteriana, exacerbações agudas de bronquite crônica e pneumonia adquirida na comunidade.
- Infecções da pele e tecido subcutâneo: impetigo, abscessos, furunculose, celulite e erisipela.
- Infecções do trato urinário: infecções complicadas e pielonefrite aguda.
- Osteomielite.
Devido ao risco de reações adversas graves associadas às fluoroquinolonas, Livepax deve ser usado para algumas dessas infecções apenas quando não houver opções alternativas apropriadas.
Como usar o Livepax
Tome Livepax por via oral, com ou sem alimentos, seguindo a orientação do seu médico e sem partir, abrir ou mastigar o comprimido.
Para adultos com função renal normal, a dose habitual é de 500 mg a cada 24 horas. Para a apresentação de 750 mg a posologia recomendada é 1 comprimido uma vez ao dia por 3 a 5 dias, conforme a indicação médica; para sinusite, pneumonia, infecções urinárias complicadas e pielonefrite aguda a duração típica é 5 dias.
Se você usa antiácidos com cálcio, magnésio ou alumínio, sucralfato, ferro ou multivitamínicos com zinco, tome-os pelo menos duas horas antes ou duas horas depois de Livepax. Pacientes idosos usam as mesmas doses quando a função renal é normal. Livepax não é indicado para crianças e adolescentes.
Como o Livepax funciona
Livepax pertence ao grupo das fluoroquinolonas e age contra bactérias sensíveis ao levofloxacino, impedindo processos essenciais para a sobrevivência dos microrganismos.
Entre os germes que podem ser sensíveis estão diversos aeróbios Gram-positivos (ex.: Staphylococcus e Streptococcus), aeróbios Gram-negativos (ex.: Escherichia coli, Haemophilus influenzae, Pseudomonas aeruginosa) e outros como Chlamydia pneumoniae e Mycoplasma pneumoniae.
A ação começa logo após a administração e continua conforme o tratamento progride até que a infecção seja controlada.
Contraindicações e advertências do Livepax
Você não deve tomar Livepax se tiver alergia ao levofloxacino, a outras quinolonas ou a qualquer componente da fórmula. É contraindicado em crianças e adolescentes em fase de crescimento, na gravidez e durante a lactação.
Antes de usar, informe ao médico se tiver problemas cardíacos (incluindo síndrome do QT longo), baixo potássio ou magnésio, bradicardia, insuficiência cardíaca, miastenia grave, doença renal ou histórico de convulsões. Pare o tratamento e procure ajuda imediata se surgir erupção cutânea, sinais de reação alérgica, sintomas neurológicos graves, dor ou inflamação de tendões, ou icterícia.
Evite exposição excessiva ao sol; mantenha hidratação adequada; não dirija veículos nem opere máquinas até saber como Livepax afeta você. Use com cautela em pacientes com risco aumentado de aneurisma ou dissecção da aorta; procure atendimento urgente em caso de dor súbita no abdome, tórax ou costas.
Efeitos colaterais do Livepax (reações adversas)
Livepax pode causar efeitos indesejáveis; alguns são comuns e outros raros ou muito raros. Interrompa o tratamento e procure ajuda se tiver sinais de reação alérgica grave, lesões cutâneas extensas, problemas respiratórios, sintoma neurológico grave ou sinais de hepatite.
Reações mais comuns (1–10%):
- náusea, diarreia, vômitos, dor abdominal, dispepsia;
- cefaleia, tontura;
- erupção cutânea, prurido;
- insônia;
- dispneia e dor torácica.
Reações incomuns (0,1–1%) incluem: alterações do sangue, reações alérgicas, alterações psiquiátricas e neurológicas (ansiedade, confusão, convulsões), problemas cardíacos, tendinite e insuficiência renal aguda, entre outros. Dados pós-comercialização registraram reações raras e muito raras como DRESS, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica, ruptura de tendão, neuropatia periférica possivelmente irreversível, uveíte, insuficiência hepática e relatos isolados de ideação suicida ou suicídio.
Interações medicamentosas do Livepax
Livepax pode interagir com outros medicamentos e alterar sua absorção ou efeitos; informe seu médico sobre todos os remédios em uso.
- Antiácidos com cálcio, magnésio ou alumínio, sucralfato, ferro e multivitamínicos com zinco reduzem a absorção — tome-os pelo menos duas horas antes ou duas horas depois de Livepax.
- Teofilina: pode aumentar níveis e risco de reações; monitoramento é necessário.
- Varfarina e derivados: pode aumentar efeito anticoagulante; monitore testes de coagulação.
- AINEs e outros derivados quinolônicos podem aumentar risco de convulsões.
- Probenecida e cimetidina alteraram alguns parâmetros farmacocinéticos, sem necessidade de ajuste de dose.
- Digoxina e ciclosporina não requerem ajuste de dose quando associados.
- Livepax pode causar falso positivo para opioides em alguns exames de urina; confirme com método específico se necessário.
Evite bebidas alcoólicas durante o tratamento e sempre consulte seu médico antes de associar outros fármacos.
Livepax na gravidez e amamentação
Livepax só deve ser usado na gravidez se o médico entender que o benefício para a mãe supera o risco para o feto; não use sem orientação médica.
Durante a lactação, devido ao potencial de reações graves no lactente, deve-se decidir entre interromper a amamentação ou suspender o medicamento, levando em conta a importância do tratamento para a mãe. O uso no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento médico.
Superdose e dose esquecida do Livepax
Se você ingeriu grande quantidade de Livepax procure atendimento médico imediatamente; leve a embalagem se possível. Carvão ativado pode ser usado se a ingestão for recente; observe e mantenha hidratação. Hemodiálise não remove eficientemente o levofloxacino.
Sinais de superdose incluem sintomas no sistema nervoso central (confusão, tontura, convulsões), sintomas gastrintestinais e possível aumento do intervalo QT. O tratamento é sintomático e pode incluir monitorização do ECG, lavagem gástrica e cuidados de suporte.
Se esquecer uma dose, tome-a assim que lembrar. Se estiver próximo do horário da próxima dose, aguarde e não dobre a dose.
Composição do Livepax
Cada comprimido contém levofloxacino hemi-hidratado em diferentes quantidades conforme a dosagem: a apresentação de 500 mg contém 512,5 mg do hemi-hidratado (equivalente a 500 mg de levofloxacino) e a de 750 mg contém 768,7 mg do hemi-hidratado (equivalente a 750 mg de levofloxacino).
Excipientes incluem substâncias como povidona, lactose monoidratada (a apresentação de 750 mg contém lactose abaixo de 0,25 g/comprimido), dióxido de titânio, óxidos de ferro, entre outros. Pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose não devem usar a apresentação que contém lactose.
Como guardar o Livepax
Guarde Livepax em temperatura ambiente, entre 15 °C e 30 °C, protegido da luz e da umidade, na embalagem original.
Não use o medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar, confira o aspecto; em caso de alteração, consulte o farmacêutico. Mantenha fora do alcance das crianças.
Dizeres legais
Registro: 1.0573.0453
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 1º ao 4° andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Rodovia Presidente Dutra, km 222,2
Guarulhos - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Venda sob prescrição médica.
Sobre as informações desta página
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