A Azitromicina comprimido revestido 500 mg é indicada no tratamento de infecções causadas por bactérias sensíveis à azitromicina. Indica-se para infecções dos tratos respiratórios superior e inferior, sinusite, faringite, amigdalite, otite média aguda, pele e tecidos moles, infecções genitais por Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae e cancro por Haemophilus ducreyi; infecções concomitantes com sífilis devem ser excluídas.
Para que serve a Azitromicina
Azitromicina é um antibiótico usado para tratar infecções causadas por bactérias sensíveis ao medicamento, em diferentes partes do corpo.
Está indicada em infecções do trato respiratório superior e inferior (como sinusite, faringite, amigdalite, otite média e pneumonia), infecções de pele e tecidos moles, e algumas doenças sexualmente transmissíveis não complicadas causadas por Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae. Também é indicada para lesões cutâneas causadas por Haemophilus ducreyi. Deve-se excluir infecções concomitantes por sífilis quando presente.
Como usar a Azitromicina
Você pode tomar azitromicina por via oral, com ou sem alimentos; siga sempre a orientação do médico quanto ao esquema e à duração.
Para infecções genitais por Chlamydia trachomatis, Haemophilus ducreyi ou Neisseria gonorrhoeae sensíveis, a dose é única de 1000 mg. Para outras indicações orais, o esquema comum é 500 mg uma vez ao dia durante 3 dias (total de 1.500 mg). Em crianças a dose total usual é 30 mg/kg, distribuída conforme o esquema pediátrico descrito pelo médico, não ultrapassando 1.500 mg no total. Não exceda 500 mg por dia salvo orientação médica.
Pacientes com insuficiência renal com TFG entre 10 e 80 mL/min não precisam de ajuste; com TFG < 10 mL/min usar com cautela. Em insuficiência hepática grave use com cuidado. Se o tratamento começou por via intravenosa, o médico pode substituir por 500 mg/dia oral para completar um ciclo total de 7 a 10 dias (pneumonia) ou conforme avaliação clínica para doença inflamatória pélvica.
Não parta nem mastigue o comprimido. Não interrompa o tratamento sem orientação médica.
Como a Azitromicina funciona
Azitromicina é um antibiótico que atua impedindo que bactérias sensíveis formem proteínas necessárias ao crescimento e reprodução.
Após a tomada oral, o pico de ação ocorre entre 2 e 3 horas.
Contraindicações e advertências da Azitromicina
Você não deve tomar azitromicina se tiver alergia conhecida à azitromicina, eritromicina, a outros macrolídeos, a cetolídeos ou a qualquer componente da fórmula. Mulher grávida só deve usar com orientação médica.
Algumas situações exigem cuidado ou acompanhamento médico:
- História de reações alérgicas graves (angioedema, anafilaxia ou reações cutâneas severas como PEGA, Síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise epidérmica tóxica) — suspenda o medicamento e procure atendimento se ocorrerem sinais.
- Doença hepática grave — foram relatados casos de hepatite, icterícia, necrose hepática e insuficiência hepática; interrompa o uso se surgirem sinais de hepatite.
- Miastenia gravis — podem ocorrer exacerbações dos sintomas.
- Recém-nascidos (até 42 dias) em uso, se houver vômito ou irritação após alimentação, informe o médico por risco de estenose pilórica hipertrófica infantil.
- Não use concomitantemente com derivados do ergô e ergotamina.
- Risco de infecção por Clostridium difficile com diarreia que pode ser grave; procure avaliação médica se houver diarreia persistente ou intensa.
- Não use se tiver síndrome congênita do QT longo ou histórico de arritmias; avise se tiver bradicardia, insuficiência cardíaca ou níveis baixos de potássio ou magnésio.
Informe sempre ao médico todos os medicamentos que você usa, pois azitromicina pode interagir com várias substâncias e aumentar riscos, entre eles alterações graves do ritmo cardíaco.
Efeitos colaterais da Azitromicina (reações adversas)
Azitromicina costuma ser bem tolerada, mas pode causar efeitos indesejados; informe seu médico ou farmacêutico se ocorrerem reações.
- Sistêmicas: astenia, fadiga, febre, reações alérgicas incluindo angioedema e urticária.
- Sangue: redução transitória de neutrófilos, trombocitopenia.
- Gastrointestinais: náusea, vômito, diarreia, dispepsia, desconforto abdominal, fezes amolecidas; raramente colite pseudomembranosa por C. difficile e pancreatite.
- Hepáticas: alteração da função hepática, hepatite, icterícia colestática; casos raros de necrose hepática e insuficiência hepática.
- Renais: nefrite intersticial e disfunção renal aguda foram relatadas.
- Neurológicos/psiquiátricos: tontura, cefaleia, nervosismo, agitação, ansiedade, convulsões, sonolência, perda de sensibilidade, parestesia, vertigem.
- Auditivos: alterações da audição, incluindo perda auditiva, surdez e zumbido.
- Cardíacos: palpitações, arritmias e relatos raros de prolongamento do intervalo QT e Torsades de Pointes.
- Dermatológicos: rash, prurido, fotossensibilidade, edema; relatos raros de reações cutâneas graves como PEGA, Síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica.
Notifique seu profissional de saúde e a empresa sobre reações adversas observadas.
Interações medicamentosas da Azitromicina
Azitromicina pode interagir com outros medicamentos; informe seu médico sobre tudo que está usando.
- Contraindicada com derivados do ergô (ergotamina) e não deve ser administrada com antiácidos.
- Requer monitoramento se usada com: digoxina, colchicina, zidovudina, anticoagulantes orais do tipo cumarínicos e ciclosporina.
- Use com cautela com medicamentos que prolongam o intervalo QT, antiarrítmicos ou diuréticos, pois o risco de alteração grave do ritmo cardíaco pode aumentar.
O profissional de saúde avaliará necessidade de exames e ajustes conforme as combinações.
Azitromicina na gravidez e amamentação
Há evidências limitadas que sugerem aumento do risco de aborto quando exposta à azitromicina no início da gravidez; por isso, só use durante a gravidez com orientação médica.
Durante a lactação, o uso deve ser avaliado pelo médico; não utilize sem orientação. O aleitamento ou doação de leite humano exige acompanhamento profissional.
Superdose e dose esquecida da Azitromicina
Em caso de superdose, procure atendimento médico imediatamente e, se possível, leve a embalagem ou bula do medicamento.
Se esquecer uma dose, tome assim que lembrar. Se estiver próximo do horário da próxima dose, pule a esquecida e siga o esquema normal; não dobre a dose para compensar. Em caso de dúvidas, busque orientação do farmacêutico, médico ou cirurgião-dentista.
Composição da Azitromicina
Cada comprimido revestido apresenta azitromicina na forma di-hidratada, equivalente a 500 mg de azitromicina base.
- Azitromicina di-hidratada: 524 mg (equivalente a 500 mg de base)
- Excipientes: croscarmelose sódica, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amido, estearato de magnésio, dióxido de titânio, hipromelose, macrogol e óleo vegetal hidrogenado.
O produto contém dióxido de titânio como corante.
Como guardar a Azitromicina
Guarde em temperatura ambiente entre 15°C e 30°C e proteja da umidade.
Mantenha na embalagem original e não use se estiver vencido. Verifique o aspecto do comprimido antes de usar; em caso de alteração, consulte o farmacêutico. Mantenha fora do alcance das crianças.
Dizeres legais
Registro: 1.0043.0902
Produzido por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3.565 – Itapevi – SP
Registrado por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Av. Vereador José Diniz, 3.465 – São Paulo – SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 20/10/2025.
Venda sob prescrição médica.
Medicamento Genérico - Lei nº 9.787/99.
Sobre as informações desta página
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Nunca se automedique. Consulte sempre um profissional de saúde para avaliação, diagnóstico e tratamento. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, fale com o farmacêutico responsável da Farmácias Nissei.
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